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Artigo do IEEE The Social Web: Research and Opportunities

Artigo simples curto e pouco profundo. Não ha nada especifico sobre temas de pesquisas mas apenas uma visão geral de ramos de trabalhos onde a computação social hoje pode se enquadrar.

Mostra como cada vez mais esse tipo de aplicação esta em nosso dia-a-dia e como elas podem aumentar o nosso  poder cognitivo:

using technology to augment social cognition—that is, the ability of a group of people to remember, think, and reason.

Artigo da ACM Microformats: a pragmatic path to the semantic web é curto, simples e interessante. 

O Autor argumenta que a Web Semântica idealizada devido a uma série de fatores não esta sendo utilizada ou criada e abordagens mais praticas acabam tendo mais sucesso. Exemplo: Microformats

É utilizado como base para esta conclusão o artigo de Everette Rogers de 1962, “Diffusion of Innovations” que descreve como uma inovação tecnológica é socialmente difundida.

WebOS: say goodbye to desktop applications. Artigo mostra um tendência atual de aplicação web substituirem aplicações desktop, logo o SO tradicional perde a relevância.

Ajax e aplicações do Google são utilizadas como exemplo. Embora ajax seja bastante mencionado, é salientado que a tecnologia em sim não é tão importante, mas sim a mudança de paradigma que atualmente ocorre.

Microsoft é a principal ameaçada nesta tendência e o autor mostra tambe alguns contra argumentos sobre esta tendêcnia,

O artigo Some Trends in Web Application Development dá uma visão geral da evolução da Internet e das aplicações web desde os primórdios até a última fronteira, Web 2.0.

Excelente leitura e uma ótima visão do que é a Web hoje e algumas dicas de como ela pode evoluir muito em breve.

Alguns pontos importantes sobre as tendências atuais:

  • Maior inteligência dos browsers

Deixaram de ser simples clientes burros e passam a ter cada vez mais responsabilidades. Sem esta mudança seria  impossível ter as aplicações de hoje com alta responsividade e extremamente ricas. Cada vez mais os servidores são aliviados e até mesmo o controle de sessão passa a ser feito no cliente. Interessante que isto vai diretamente de acordo com a filosofia GWT de desenvolvimento web. Uso intenso de Ajax, client fazendo a maior parte do trabalho e server trabalhando no estilo REST.

  • Armazenamento de dados

Aplicações mais ricas coloborativas significam mais dados a serem armazenados, O artigo também comenta da tendência de serviços gratuídos ou pagos de storage feito por terceiros. O S3 da Amazon é comentado como a realidade desta tendência.

  • Web Semântica

O artigo comenta de duas abordagens: Top Down(Antologias) e Bottom Up(Folksonomies). No primeiro se define uma antologia para um certo dominio e os conteudos deste passam a se enquadrar nesta antologia. A dificuldade sçao grandes: Quem define esta antologia e como fazer com que os conteudos existentes sejam “migrados” ? A segunda abordagem me pareceu mais interessante e natural. Os usuários passam a criar Tags que caracterizam um certo conteudo e com o decorrer desta classificação um padrão é criado naturalmente.

  • Composições – Web Services

A tendência atual de serviços web das aplicações também é mencionada. Cada vez mais aplicações estão oferecendo seus dados como serviços e a possibilidade de outras aplicações surgirem compondo esses serviços já é real. Mais uma vez, Amazon é mencionada assim como Google.

  • REST x SOAP

A mudança atual da web exigi algumas mudanças em como os serviços são acessados e utilizados. Há duas abordagens: REST e SOAP. O artigo mostra um bom resumo entre as diferenças entre os dois. Enquanto SOAP é muito mais abrangente, complete e independente do protocolo de transporte (HTTP), REST é muito mais simples e se utiliza dos padrões atuais da Internet para transportar pacotes no formato XML. REST parece ser mais adequando a Web já se utiliza dos padrões atuais e garante a interoperabilidade em um ambiente onde isto é essencial.

  • Um fenômeno Cultural

O artigo de forma bem direta fala dos impactos culturais da web na vida das  pessoas. Outro ponto interessante é que provoca uma mudança na engenharia de software no que diz respeito a como os requisitos de uma aplicação são definidos. A idéia de se previamente definir os requisitos e implementa-los de uma só vez não tem espaço nesse novo ambiente de interação e feedeback imediato dos usuários. Eles são quem definem o que querem com o decorrer de sua experiência de uso. É impossível prever como uma aplicação será usada, o mais esperto a ser feito é monitora-la e a partir destes dados desenvolver novas funcionalidades que aderem ao que o usuário. Isto vem seguir também o que o guru da usabilidade Michael Nielsen diz sobre as redes sociais. Nenhum site de sucesso começou com a riqueza de funcionalidades atuais. O começo foi simples, as vezes casual e a evolução foi definida pela a expêriencia do usuário e não por analistas de sistemas.

A partir de agora tudo muda.

Tenho até o final do ano para definir um tema para dissertação e arrumar um orientador. Minha área de interesse saiu de OSGI (micro serviços que não seguem o padrão WS*) para Mashups. Tenho mais um quadrimestre de aula sobre interface Home x Computador e talvez seja uma boa área de pesquisa.

Minha estratégia é definir uma série de artigos a serem lidos semanalmente (toda semana mesmo) e me aprofundar em algum tema interssante que gere um possível tema.

Abaixo seguem os artigos dessa semana.

Os próximos posts serão relacionados a leitura desses artigos.

Boa sorte para mim.

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Termo web 2.0 interface em Digital Library

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